Especial

Casal coíbe prática de utilização de carros-pipa para abastecimento de água nos condomínios

Diversos condomínios de Maceió infrigem lei de saneamento ao usar mais de uma fonte de abastecimento

27 de Julho de 2018, 13:36

 

 

A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) anuncia ação coibitiva contra condomínios de Maceió, que estão infringindo a lei de saneamento (11.445) ao usar mais de uma fonte de abastecimento de água, especialmente quando ele é feito através do carro-pipa. O presidente da Casal, Álvaro Menezes, se reuniu com técnicos das áreas comercial, operacional, de marketing e de comunicação, nesta quarta-feira (17), A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) anuncia ação coibitiva contra condomínios de Maceió, que estão infringindo a lei de saneamento (11.445) ao usar mais de uma fonte de abastecimento de água, especialmente quando ele é feito através do carro-pipa. O presidente da Casal, Álvaro Menezes, se reuniu com técnicos das áreas comercial, operacional, de marketing e de comunicação, nesta quarta-feira (17), para combater essa prática irregular do uso de fontes alternativas.

 

"Estamos adotando medidas mais rígidas contra os infratores, uma vez que já foram dadas várias oportunidades de regularização e condições vantajosas de fidelização, como o contrato de demanda, que oferece tarifa especial e garantia de abastecimento, entre outras vantagens", informou Menezes. Segundo o presidente da companhia, está sendo preparada uma ação conjunta da Casal e outros órgãos para que se faça cumprir as determinações federal e estadual, que vedam o uso de mais de uma fonte de abastecimento em locais onde já acontece a distribuição de água pela rede pública.

 

Nos últimos 12 meses, segundo informou a Comunicação da Casal, mais de 30 medidas judiciais foram adotadas contra os condomínios infratores. “Por outro lado, muitos condomínios já regularizaram sua situação”, informou a gerente da Unidade de Negócio Jaraguá. “Foram cadastrados 320 condomínios que usam fontes alternativas de abastecimento, a maioria dos quais na região baixa norte de Maceió. Destes, 127 já aderiram ao contrato de demanda - os outros estão sujeitos a sofrer ações judiciais.