Especial

Maranhense Pedro Carneiro, gestor de meio ambiente, veio aprender com Alagoas

Pedro Carneiro, presidente da Agência Executiva Metropolitana do Maranhão se reuniu com o diretor-presidente do IMA Gustavo Lopes

22 de Outubro de 2018, 11:35

Da Redação

A experiência de Alagoas com o encerramento dos lixões em 102 municípios chama atenção de gestores de diversos Estados. Esta é a análise feita pelo Instituto do Meio Ambiente (o IMA), que, na quinta-feira (18), recebeu em sua sede em Alagoas (no bairro do Mutange, às margens da lagoa Mundaú) o presidente da Agência Executiva Metropolitana do Maranhão, Pedro Aurélio de Carneiro. Carneiro se dirigiu a Alagoas com a intenção de, segundo informativo do IMA enviado à Redação, “conhecer mais detalhes da iniciativa”.

Ao IMA, o gestor maranhense afirmou ter acompanhado a ação, destacando que “o interessante do exemplo alagoano é que em três anos saiu praticamente do zero para 100% de lixões encerrados”. “No Maranhão, um Estado com sete milhões de habitantes e 217 municípios, a dificuldade é maior”, observou Carneiro.

Diretor-presidente do IMA em Alagoas, o engenheiro e técnico ambiental Gustavo Lopes explicou que “os avanços conseguidos no Estado se deram, também, graças a parcerias com o Ministério Público Estadual, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos e Associação dos Municípios Alagoanos”. “Foi fundamental a participação do procurador-geral, o Alfredo Gaspar de Mendonça, além da determinação do próprio governador”, reconheceu o gestor alagoano.

De acordo com Gustavo Lopes, pode-se dizer que em aproximadamente 50% dos municípios o trabalho realizado pelo IMA conseguiu “encerrar bem”. “Mas a outra metade somente foi possível com a ação conjunta e, principalmente, a intervenção do procurador.” 

O maranhense Pedro Aurélio de Carneiro disse que “muita gente ainda vai querer vir aqui ver de perto”. “É muito importante. No Maranhão há, atualmente, um único aterro em funcionamento e atendendo apenas a região metropolitana da capital São Luís.”