Cultura

'Tríade do Tempo' reúne músicos de searas distintas para encerrar o programa 'Quinta no Arena'

Show começa às 19h30 com participação especial do flautista Chau do Pife; ingressos podem ser adquiridos na internet ou na bilheteria do Teatro Deodoro no centro de Maceió

20 de Dezembro de 2018, 11:13

Jorge Barboza/ Editor

Embora atuando em praias diferentes, os músicos Rodrigo Avelino (mais chegado à MPB), Gama Júnior (o espiritualista) e Rodrigo Cardoso (o roqueiro) se juntaram para a realização de um show, batizado “Tríade do Tempo”, que estreia nesta quinta-feira (20), encerrando a temporada 2018 do programa “Quinta no Arena”. A apresentação, é claro, será no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, à rua Barão de Maceió, 375, centro da capital. Os ingressos (entre R$ 10 e R$ 20) podem ser adquiridos no site aqui ou na bilheteria do Teatro Deodoro (vizinho ao Arena), a partir das 14h. O show começa às 19h30.

“Além de Gama Junior (voz, violão, pandeiro e flauta transversal), Rodrigo Avelino (voz, violão e ukulele) e Rodrigo Cardoso (voz e violão aço), que assinam, ainda, a direção musical do show”, destaca o informativo da Diretorias de Teatros do Estado (Diteal) enviado à Redação, “também fazem parte da banda Ykson Nascimento (baixo), Roberi Rei (percuteria) e Toni Augusto (guitarra).”

Também participam os músicos Chau do Pife, Gabriela Hardy e Lousanne Azevedo. Rodrigo Avelino conta à repórter Hannah Copertino (da Diteal), que a “a ideia surgiu em uma conversa com o Gama”. “Ele sugeriu que a gente se reunisse e – isso que é interessante, são trabalhos distintos no palco – todos participando da música um do outro e trazendo o público para que possa conhecer nossas músicas. Estamos ansiosos para mostrar o nosso trabalho, fechar com chave de ouro a décima-quarta edição do ‘Quinta no Arena’, e que venham outros e outros projetos.”

À reportagem do Alagoas Boreal, Rodrigo Cardoso afirma que o show é “uma mistura bem legal”. "A gente consegue dialogar junto, pela música, cada um com sua linguagem. São as nossas canções, a maior parte do show está todo mundo no palco, a banda é superlegal. É uma forma de a gente se envolver um no trabalho do outro. Ficou muito legal, a mistura do roqueiro com o cara que faz essa música zen, mais indiiana, mas que também tem uma pegada regional. E o cara mais sofisticado, que toca MPB, o Avelino, também tem uma pegada regional. Todo mundo tem essa pegada nordestina, eu também tenho... Então é isso que a gente trabalha, as nossas linguagens dentro da música de cada um.”