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Prefeitura inicia programa de inclusão no Parque Municipal de Maceió

'Parque acessível', iniciado no sábado (27), é uma extensão do bem-sucedido projeto 'Praia acessível', que vem sendo realizado mensalmente na praia da Pajuçara

29 de Abril de 2019, 09:49

Da Redação

Dando início à programação do projeto “Parque acessível”, o Parque Municipal de Maceió, localizado no bairro do Bebedouro, recebeu no sábado (27) um número aproximado de 500 visitantes. De acordo com o site da prefeitura, participaram, também, do programa – que conta com atividades físicas e de educação ambiental – diversas pessoas com deficiência. As atividades são realizadas em parceria pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (a Semds) e a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (Semelj).

O titular da Semds, Gustavo Acioli Torres, informa que o programa “Parque acessível” é uma extensão de outro bem-sucedido projeto de inclusão, o “Praia acessível” – que acontece mensalmente na praia da Pajuçara. De acordo com Torres, o “Parque acessível” entrará no “calendário periódico” dessa pequena reserva de mata atlântica na capital. “Esse público de cerca de 500 participantes comprova o sucesso da iniciativa de ampliar a proposta do ‘Praia acessível’ ao Parque Municipal. A partir de agora esta atividade se torna um projeto do calendário previsto para a reserva ambiental, que está apta a receber toda a população. Para a realização do programa, as equipes técnicas da Semds e da Semelj se engajaram para que as atividades acontecessem de forma segura e confortável para todos os participantes.”

As atividades físicas e de lazer do 'Parque acessível' ocorrerão periodicamente

Segundo o noticiário oficial, “todas as ações foram acompanhadas por profissionais e estudantes de Educação Física vinculados à Semelj”. Participaram, também, da organização, estudantes do curso de Fisioterapia da Uninassau, parceira da prefeitura nessa primeira edição do “Parque acessível”.

A professora Anália Nascimento explicou os benefícios das atividades propostas. “A partir do momento que a gente consegue fazer com que o paciente saia do seu ambiente de tratamento para um ambiente como este, que vai trazer desafios para ele, conseguimos fazer com que ele tenha uma melhora e se adapte a qualquer situação. Uma coisa é a gente trabalhar em um local que é restrito ao paciente, outra coisa é trazê-lo para vencer um desafio, trabalhando o fortalecimento muscular, a aprendizagem motora, promovendo também a interação social e proporcionando melhorias à reabilitação física.”