Cultura

'Ânima alagoana' quer estabelecer 'enigma poético' para a 'maturação histórica' do imaginário cultural

Exposição sob curadoria de Carol Gusmão promove o diálogo entre artistas visuais e escritores alagoanos; vernissage nesta quinta-feira (9), às 19h, na galeria Fernando Lopes

09 de Maio de 2019, 12:55

Da Redação

Na capital, a galeria Fernando Lopes, localizada à rua Cônego Machado, s/n, bairro do Farol, abre as portas nesta quinta-feira (9), a partir das 19h, para o vernissage da exposição “Ânima alagoana”. A mostra – que seguirá em cartaz no espaço de artes visuais do centro universitário Cesmac até 30 de junho – prevê uma série de atividades, como debates com escritores e artistas, oficina de criatividade e mostra da produção atual de filmes curtas-metragens em Alagoas. Nesta quinta-feira, o Coral do Cesmac fará a abertura dessa programação.

Arte de Pedro Cabral sobre poesia do músico Mácleim

“O objetivo principal é estabelecer correlatos criativos entre os imaginários de artistas visuais e literatos alagoanos, estabelecendo uma ponte para a materialização da ‘ânima’ em corpos criativos”, sinaliza a comunicação do Cesmac, relacionando os diversos formatos artísticos que compõem a mostra: esculturas, vídeos, performances, fotografias e ilustrações artísticas.

Os artistas expositores são os seguintes: Agélio Novaes, Beth Melro, Beto Normande, Daniel Baboo, Delson Uchôa, Francisco Oiticica, Lula Nogueira, Marçal Conde, Márcia Normande, Marta Arruda, Pedro Cabral, Pedro Caetano, Persivaldo Figueirôa, Reinaldo Lessa, Ricardo Lêdo, Rogério Gomes, Rona Silva, Rosivaldo Reis, Suel, Verinha Gamma e José Paulino (in memorian).

Carol: 'Diálogo entre artes visuais e linguagem verbal'

“Os artistas”, explica a curadora Carol Gusmão, “irão homenagear autores como Sidney Wanderley, Vera Romariz, Fernando Fiúza, Graciliano Ramos, Jorge de Lima, Ivan Fernandes Lima, Berilo Gama, Edson Bezerra, Carlos Gregório, Fernando Guimarães, Mácleim, Lêdo Ivo, José Geraldo Marques, Carlos Moura, Djavan, Wado e Octávio Brandão.”

Para Carol, a exposição busca, “através do diálogo entre artes visuais e linguagem verbal, estabelecer um enigma poético inicial para a problemática tão cara à constituição do ser alagoano: a maturação histórica do caminhar por meio do imaginário cultural.”

Para mais informações, ligue (82) 99127 5696.