Especial

Multi-instrumentista Pedro Salvador faz o lançamento do selo Voragem, para música 'anarco-futurista'

Show com participação de vários artistas e uma jam session com Salvador e mais dois músicos acontece nesse sábado (3) em Maceió, na sede do Coletivo Afrocaeté

02 de Agosto de 2019, 09:14

Jorge Barboza/ Editor

Em Maceió nesse sábado (3), o multi-instrumentista, cantor e compositor Pedro Salvador faz o lançamento do selo Voragem. A nova marca de música original e independente de Alagoas foi criada em julho deste ano, com o objetivo de “escoar nas mídias digitais suas produções e parcerias”. O lançamento acontece a partir das 19h, na sede do Coletivo Afrocaeté à rua Barão de Jaraguá, 381, bairro central do Jaraguá, com apresentações especiais dos artistas Arielly Oliveira, Júlia Soares, Natalhinha Marinho, Thame Ferreira e Chico Torres. Pedro Salvador encerrará à noite numa jam session ao lado do baterista Thiago Alef (Necro) e do guitarrista Reuel Albuquerque (Jude, Ecolalia). “O evento contará, ainda, com exposições dos artistas visuais Joelhos de Velho e Ursa”, destaca o informativo enviado à Redação. A entrada para o evento é gratuita.

Cantor Diogo Oliveira grava pelo selo/ Foto/ Aline Sakura

À reportagem do Alagoas Boreal, Pedro Salvador explica que lançará “trabalhos musicais fora de padrões”. “Como diz o slogan do selo, música anarco-futurista.”

Já com um primeiro lançamento nas plataformas de streaming e no YouTube, o EP "Glitch Witch", do próprio Salvador, publicado em 19 de julho, com duas faixas (“Glitch Witch” e “Pseudocolors inna Gates of Fear”, totalizando 8:40 minutos), o selo começa a definir um elenco. “Tem muita coisa sendo preparada para sair. Em breve teremos discos de Reuel Albuquerque (Ecolalia), Natalhinha Marinho, Diogo Oliveira, Pedro Salvador & O Caos Rastejante, Thame Ferreira & Chico Torres, Genilton, O Som da Caverna, Pedro Salvador & A Baga do Futuro, Emersom Padilha, Pedro Salvador & Bruno Palagani.”

A lista é das mais instigantes e promete chacoalhar nosso resistente mercado musical. “A princípio, o selo tem trabalhado com projetos que tem o meu envolvimento na produção (dos listados acima, a exceção é Ecolalia). Mas as portas estão abertas para outros trabalhos que eu não participe. Eu diria que o critério do selo é música que vá além, infiel a gêneros.”