Especial

Almaviva do Brasil é empresa de call center e informática que chega à capital ainda este mês

Grupo italiano Almaviva deverá empregar 510 trabalhadores na capital; Sine ajudará na seleção dos candidatos

27 de Julho de 2018, 13:36

A empresa italiana de contact center e informática Almaviva, uma das maiores do mundo no setor, chegará a Maceió, oficialmente, em janeiro próximo. Mas já neste final de ano, cinco mil frentes de trabalho serão abertas na capital – que, de acordo com a Comunicação da Secretaria Municipal do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes), serão selecionadas com participação do Sistema Nacional de Emprego (o Sine). A expectativa para 2014 é de 510 empregos.

“Eles vão começar a operar a partir de janeiro. Atualmente, estão fazendo a capacitação de pouco mais de 600 jovens. Desses, serão escolhidos 510, que serão empregados”, explicou a secretária Solange Jurema.

Segundo Solange, a instalação da Almaviva do Brasil em Maceió “simboliza a oportunidade para 510 pessoas, a grande maioria jovens no primeiro emprego”. 

“Isso ajuda a pessoa a entrar no mercado de trabalho”, afirmou a secretária, que intermediou reuniões entre os representantes da empresa com o governo do Estado, que afinal concedeu o terreno onde o equipamento maceioense da Almaviva será instalado, na parte alta da capital, no termo de compromisso assinado pelo governador Teotônio Vilela no dia 1o de agosto deste ano.

No Brasil, são 18 mil funcionários

O vice-presidente no Brasil do grupo italiano, Giulio Salomone, declarou à coluna "Mercado Aberto", do jornal Folha de São Paulo, que, além de Maceió, a empresa se instalará também em Teresina (PI), “até o início do próximo ano”. 

“No total, o aporte para a instalação nos dois municípios, que deverá ser concluído em 18 meses, ficará entre R$ 70 milhões e R$ 100 milhões. O grupo já investiu mais de R$ 120 milhões no Brasil”, informou o site da prefeitura de Maceió.

No Brasil, a Almaviva dispõe de call-centers em São Paulo (SP), Aracaju (SE), Juiz de Fora (MG) e Belo Horizonte (MG), que empregam, no total, segundo informações da Semtabes, 18 mil funcionários. Previsões apontam para 20 mil trabalhadores contratados ainda até o final deste ano. A previsão de receita bruta da empresa no país, em 2013, é de R$ 450 milhões.