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Central de Atendimento se propõe a dar segurança ao visitante e ao cidadão comum nas áreas turísticas da capital

Estado e município, em parceria com as polícias militar e civil, prometem proteção 24 horas ao visitante e ao cidadão comum

27 de Julho de 2018, 13:36

As secretarias de Estado do Turismo (Setur) e da Defesa Social (Seds) inauguraram, na manhã desta sexta-feira (21), em Maceió, a Central de Atendimento Turístico (CAT), contando com a presença do governador do Estado Teotonio Vilela Filho, da secretária nacional de Segurança Pública Regina Miki, do secretário de Estado da Defesa Social Eduardo Tavares, de empresários do negócio turístico e de oficiais das polícias militar e civil. 

De acordo com a Comunicação da Setur, além de turistas a CAT deve atender também ao cidadão comum, num posto na orla da Ponta Verde que já servia como base da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit). Um policial civil ficará de plantão 24 horas para fazer o registro de ocorrências

Parceria inédita entre o Estado e o município, o projeto é integrado às polícias militar e civil e também à Guarda Municipal, “Os policiais de plantão nas bases são capacitados para falar outros idiomas”, garantiu o coordenador da Oplit Fábio Esperon, informando que haverá patrulhamento ostensivo, também, entre os bairros de Jacarecica e Pontal da Barra. “O cidadão vai ser atendido pela viatura mais próxima”, explicou Esperon.

A secretária de Estado do Turismo Danielle Novis observou que os resultados dessa “conquista” é fruto de parcerias entre o Estado, o município e os diversos setores do negócio turístico. “Este momento representa a forma integrada das ações, pois o turismo também depende de segurança e infraestrutura”, afirmou Danielle, destacando que Alagoas recebe um grande fluxo de turistas e que “um destino bom para o turismo deve ser bom para a população”.

Proprietário da rede de hotéis Ponta Verde, Mauro Vasconcelos disse que qualquer ação feita no litoral beneficia o cidadão de uma forma geral. “É no litoral onde está a maior arrecadação e quantidade de emprego, inclusive para o morador da periferia.”