Especial

Metodologia BioFAO pode levar reestruturação física e mental aos povos indígenas e quilombolas

Em tempos de covid-19, processos de cura são implementados entre comunidades vulneráveis a doenças no interior de Alagoas

15 de Julho de 2020, 10:15

Jamerson Soares/ Estagiário Ufal

Diante da tão temida covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, o Brasil tornou-se um lugar perigoso pelo alto grau de proliferação do vírus. Em compensação, vários trabalhos e iniciativas positivas começaram a surgir. Todos foram impactados pela pandemia, mas algumas das comunidades e povos do país, como os indígenas e quilombolas, foram os mais afetados. Em Alagoas não é diferente. No Estado, há 72 comunidades entre quilombolas e indígenas, que resistem em suas terras, com dificuldades para locomoção, atendimento à saúde e, também, na produção econômica.

Uma ação social que tem como base a Metodologia dos Fatores de Auto-Organização do Biocampo (BioFAO, Caruaru-PE), é uma das esperanças para conseguir uma ideia de reestruturação coletiva. Trata-se de uma metodologia médica que promove o equilíbrio através do uso de homeopáticos, um composto de sete medicamentos, com o objetivo de ajudar as pessoas na recuperação física, mental e espiritual.

Assista ao vídeo 'BioFAO, uma Medicina para um Novo Tempo'

Pelo Instituto Ernesto Queiroz, com o apoio do Instituto BioFAO, estão sendo facilitados e oferecidos tratamentos supervisionados por médicas BioFAO de Maceió, nos municípios de Alagoas. A ideia do instituto é atravessar fronteiras e auxiliar povos vulneráveis, como por exemplo, as comunidades quilombolas e indígenas de Alagoas. A BioFAO tem 36 anos de criação, com análises e testes e com o foco na saúde integral. A metodologia BioFAO entende certos tipos de doenças, como a gripe, como expressão de um sistema humano que se encontra em desequilíbrio em todas as dimensões.

Em Alagoas, são 72 comunidades entre indígenas e quilombolas

Durante a prática do BioFAO, usa-se esse composto de sete medicamentos homeopáticos, que se colocam em correspondência direta com o sistema endócrino (conjunto de glândulas que produzem hormônios), que, somado ao sistema nervoso, resulta num equilíbrio do corpo. Os medicamentos têm a função de despertar a junção desses sistemas e a capacidade de equilíbrio do organismo.

O tratamento é recomendado para doenças crônicas e agudas e não há contraindicações. É regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. No YouTube, você pode assistir a alguns desses processos de cura e de cura pelo equilíbrio. Em outro vídeo da BioFAO, Uma Medicina para um Novo Tempo, médicos fazem demonstrações práticas.