Especial

Honda City apresenta os motivos que fazem dele um dos sedans médios mais competitivos do mercado

Equilibrando tecnologia e inovação, modelo se destaca pelo bom desempenho, estabilidade, baixo custo de manutenção e amplo espaço interno

17 de Setembro de 2020, 16:14

 

Da Redação

Conforto, segurança e design estão entre algumas das características que despertam o interesse dos compradores pela marca Honda City. Com seus modelos equilibrando tecnologia e inovação, a fábrica consegue alcançar as melhores avaliações do mercado e um de seus principais modelos na categoria de sedans médios é o Honda City. De acordo com a comunicação da montadora no Brasil, o City se destaca de seus concorrentes “por ter um bom desempenho, baixo custo de manutenção, além de amplo espaço interno e estabilidade”.

“Ao todo”, afirma o press-release enviado à Redaçao, “o City conta com cinco versões (EXL, EX, LX, DX e personal), que têm como diferencial o número de equipamentos extras. Entre eles estão ar condicionado digital, direção elétrica, entradas USB, rebatimento elétrico dos retrovisores, volante com ajuste de altura e profundidade, além de vidros e travas elétricas nas portas.”

Equilibrando tecnologia e inovação, o Honda City tem as melhores avaliações do mercado

Outra característica que contribui para o notável desempenho do Honda City é o motor 1.5 de 16 cavalos, possibilitando boa dirigibilidade na cidade e também na estrada. “A potência do motor é de 115 para 6.000 ou 119 para 6.000 para todos os motores. Além disso, conta com suspensão McPherson e de torção, além de tração e direção com assistência elétrica”, explica a montadora, afirmando que os diversos modelos oferecem, além de uma boa performance, bastante segurança por conta dos airbags (de dois a seis, dependendo do modelo), alarmes, freios de disco com quatro rodas e sistemas ABS e EBD. “Para comportar tudo isso, todos os modelos têm dimensões bem semelhantes. Exceto os modelos DX e personal que não possuem lanterna traseira em LED e farol de neblina.”

Interior amplo e bastante confortável; os bancos podem ser de couro 

Também se mostra como atrativo especial o amplo espaço interno, oferecendo conforto para todos os ocupantes. “Existe a opção de bancos em couro, que agrega personalidade ao carro”, destaca o informativo da Honda.

A roda de liga leve de 16 polegadas é outro diferencial do Honda City, com seus bancos aveludados ("agradáveis ao toque"), que dispõem de apoio ao braço central dianteiro e traseiro. “Além disso, outra característica positiva quando se trata de viagens, é o porta malas de 536 litros, que permite organizar as bagagens de toda a família sem problemas de espaço.”

De acordo com a montadora, os equipamentos extras que são uma das principais características do Honda City “fazem a diferença quando o assunto é tecnologia”. “Isso porque agrega ainda mais na experiência do carro a presença do ar condicionado digital touchscreen, além da presença de duas entradas USB bem localizadas à disposição dos ocupantes, volante com ajustes de altura e de profundidade, o sensor de estacionamento e também o rebatimento elétrico dos retrovisores.”

Bom, não é? Um sonho. “Além disso”, continua o fabricante, “outra característica que tem resultado direto na performance é o câmbio automático CVT, com tecnologia de trocas contínuas, maximização da potência do motor e geração da economia de combustível, para citar alguns dos benefícios.”

A roda de liga leve de 16 polegadas é outro diferencial do Honda City

A segurança é mais um ponto alto da marca. “No interior do carro, os ocupantes ficam protegidos com encostos de cabeça e cinto de segurança de três pontos em todos os cincos lugares.” Com freios ABS com eds e duplo airbag, o modelo se destaca com avaliações muito positivas na questão estabilidade. Há, ainda, a direção eletro-hidráulica progressiva.

Em relação ao consumo de combustível, todas as linhas do City contam com a opção 1.5 flex de potência máxima de 116 cavalos. “São 12,3 km/l na cidade e 14,5 km/l na Estrada”, informa a comunicação da fábrica. “Para os padrões do mercado é considerado bastante agradável. Por fim, a emissão de gás carbônico no ambiente é de 101 g/km.”

Apresentando uma mecânica robusta e um baixo custo de manutenção, o Honda City, entre os sedans, aparece em terceiro lugar como o mais econômico, atrás apenas do Toyota Etios e do Nissan Versa. “Os três veículos se equiparam no custo de revisão, seguro e documentação, com diferenças apenas no consumo de combustível. Dessa forma, o custo que a manutenção gera ao proprietário do Honda City, no fim do mês, é em torno de R$ 741,94, um dos mais baratos da categoria”, destaca a montadora. “A revisão geral sai em média por R$ 224,00. O seguro sai por R$ 2.137,77, lembrando que podem haver variações conforme a cidade, perfil do motorista e quilometragem do veículo. Já a soma dos impostos fica em R$ 3.178,00.”