Cultura

Cena Livre encerra a série de vídeos 'Teatro Deodoro: 110 Anos' com a peça 'Hello, Boy!'

Os atores Ana Sofia e Mauro Braga interpretam os personagens do texto do dramaturgo e diretor paulista Roberto Gill Camargo; produção está disponível no canal do teatro no YouTube

17 de Dezembro de 2020, 17:57

Da Redação

O grupo teatral Cena Livre encerra a série de vídeos “Teatro Deodoro: 110 Anos”. A produção está disponível no canal do teatro no YouTube. “Além de contar um pouco sobre a trajetória do grupo, que tem 40 anos de atuação em Alagoas, e de falar da relação com a casa centenária, atores apresentam um trecho do espetáculo ‘Hello, Boy!’, que estreou o projeto ‘Teatro Deodoro é o maior Barato’, o mais antigo da casa, com 20 edições”, destaca o informativo da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (a Diteal) enviado à Redação. 

Com texto e direção de Roberto Gill Camargo (São Paulo), “Hello, Boy!” é interpretado pelos atores Ana Sofia, na pele do personagem Victor Hugo, e Mauro Braga, que encarna a Professora Olívia. “Os figurinos são assinados por Marilza Barcellos. Na operação de luz, está Aldo Gomes (em temporada com Edmilson Santos) e, de som, Laércio Leão (em temporada com James Barbosa). O cabelo e maquiagem ficaram com Ana Sofia”, relaciona o press-release.

Mauro Braga: 'A gente deve sempre reverenciar o Teatro Deodoro'

Mauro Braga lembra que começou sua carreira aos 15 anos, “com o grande mestre Roberto Gil Camargo”. “A gente deve sempre reverenciá-lo. Ele escreveu e dirigiu ‘Hello, Boy!’. Voltando para Maceió, ainda jovem, fundei o grupo Cena Livre. Coincidentemente, o aniversário do Cena Livre é no mesmo dia do Deodoro – 15 de novembro. Só que o Deodoro tem 110 anos, uma maravilha, e o Cena Livre completou 40 no ano passado.” 

Outro momento marcante da trajetória do Cena Livre é a montagem de “Igreja Verde”, peça de Sávio de Almeida que ganhou o prêmio Fiat do Brasil. “Com esse espetáculo, que ficou muito tempo em cartaz, Chico de Assis recebeu prêmio de melhor ator em São Paulo e ganhamos melhor coreografia. É uma peça que fica na história do teatro.”