Especial

Semana Mundial da Saúde promove debates sobre o cenário da covid-19 no Brasil

Nesta quinta-feira (8), participam do painel "Variantes do vírus, sequelas e vacinas: o que já sabemos a respeito?", o doutor em microbiologia Atila Iamarino e a infectologista Denise Garrett

08 de Abril de 2021, 10:01

Da Redação

Iniciada na terça-feira (6), a Semana Mundial da Saúde – evento on-line promovido pela MV, empresa líder em desenvolvimento de softwares de gestão para a saúde – realiza uma série de debates sobre os efeitos da pandemia no Brasil. “O primeiro dos três dias de programação apresentou como o vírus da covid-19 se espalhou pelo país e qual foi seu impacto em 2020”, destaca o informativo enviado à Redação. As discussões seguem nesta quinta-feira (8), às 20h, com o painel "Variantes do vírus, sequelas e vacinas: o que já sabemos a respeito?" Participarão dessa rodada de conversa o doutor em microbiologia Atila Iamarino e a infectologista Denise Garrett. A mediação é da jornalista de saúde e cientista social Mariana Varella. Para participar, faça o cadastro aqui.

Já participaram do ciclo de debates dessa Semana Mundial da Saúde o presidente da MV, Paulo Magnus; o diretor médico na Infecto Associados do Recife, o infectologista Filipe Prohaska, e o coordenador clínico do Hospital Adventista de Manaus, Francisco Mateus.

Para o infectologista Filipe Prohaska, o vírus é convivência: 'Precisamos aumentar cuidados'

“Cinthya Leite, jornalista especializada em saúde, conduziu a conversa entre os especialistas e reforçou que as informações corretas ajudam a salvar vidas”, informa o press-release da MV Sistemas. Filipe Prohaska abordou os cuidados necessários para controlar a disseminação da covid-19. “O vírus é uma questão de convivência”, afirmou, destacando a necessidade de continuar com todas as medidas de prevenção iniciadas em 2020. “Precisamos continuar fazendo, em dobro, tudo o que fizemos no ano passado para impedir que a contaminação se espalhe. A covid é tão complexa que exige tratamento diferenciado para cada indivíduo. Por isso, o autocuidado e a prevenção são a melhor escolha.”

Já Francisco Mateus – referindo-se ao “cenário crítico da pandemia em Manaus” – defendeu “a colaboração multidisciplinar entre os profissionais”. “A ciência sempre pautou as condutas assistenciais do hospital, e isso foi muito importante pra gente”, explicou. “Juntamos todo o corpo clínico para atender aos pacientes. Hoje, a aparente calmaria em Manaus é fruto de medidas conjuntas entre ações do governo, avanço da vacina, conscientização da população, além da experiência técnica dos profissionais da saúde.”

Paulo Magnus corroborou com a afirmação do colega. “Não podemos deixar de nos cuidar para que não haja uma terceira onda ainda mais avassaladora. É preciso restringir o contato, mesmo com a vacina, pois o futuro ainda é desconhecido.”

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