Especial

Dirigentes da Ufal vão a Brasília em busca de apoio para reforma do Hospital Universitário e ampliação de seu quadro de funcionários

Na segunda-feira (17), reitor Josealdo Tonholo e superintendente do HU se reuniram com o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Osvaldo Ferreira

20 de Maio de 2021, 11:57

Da Redação

Em busca da ampliação do quadro de pessoal e da melhoria da infraestrutura física do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HU), os dirigentes da Universidade Federal de Alagoas e do HU foram a Brasília e se reuniram com o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Osvaldo Ferreira. Acompanhados da deputada federal Tereza Nelma, o reitor Josealdo Tonholo, a vice-reitora Eliane Cavalcanti e o superintendente do HU, Célio Rodrigues, apresentaram estudo sobre a recomposição de quadros e o redimensionamento das atividades desenvolvidas pela unidade hospital alagoana.

Dirigentes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (o HU) reuniram-se em Brasília (DF), na segunda-feira (17), com o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Osvaldo Ferreira. O objetivo da reunião, de acordo com o informativo da Ufal enviado à Redação, é a ampliação do quadro de pessoal e a melhoria da infraestrutura física do hospital.

Reitor Josealdo Tonholo e superintendente do HU Célio Rodrigues em reunião em Brasília

“Acompanhados da deputada federal Tereza Nelma, o reitor Josealdo Tonholo, a vice-reitora Eliane Cavalcanti e o superintendente do HU, Célio Rodrigues, apresentaram estudo sobre a recomposição de quadros e o redimensionamento das atividades desenvolvidas pela unidade hospitalar alagoana”, destaca o press-release da Ufal.

A comunicação da universidade explicou que Tonholo diz ser urgente o “redimensionamento das atividades desenvolvidas e a adequação disso aos quadros de profissionais da área de saúde e terceirizados que o HU dispõe”. 

O reitor afirma que “após análise dos dados do HU, fica evidente que há uma carência de profissionais, particularmente de médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros e de outras áreas da saúde”. “Um dos pleitos da gestão da Ufal e do HU é justamente a recomposição desses quadros da saúde e na parte de infraestrutura nas áreas de engenharia e arquitetura.”

Para Josealdo Tonholo, a estrutura do HU “é bastante antiga e carece de uma atualização e uma série de reformas”. A atualização da atual infraestrutura, segundo a Ufal, demanda um investimento de R$ 28 milhões. “Um dos gargalos é a capacidade de atendimento do Cacon [Centro de Oncologia], que hoje funciona somente no período diurno e há a necessidade de operar 24 horas para continuar atendendo os pacientes após os procedimentos de quimio e radioterapia, inclusive à noite. Por  vezes, os pacientes do HU têm de ser transferidos para outros hospitais para receberem o atendimento noturno e no outro dia voltam para o Cacon”, explica o reitor.